Missão e objectivos

O nosso Centro de Actividades Pedagógicas Caneta & Papel nasceu em Julho de 2007, em Rio Tinto.
Tem como principal missão conduzir os nossos alunos ao sucesso escolar, bem como pessoal e social.
E porque as crianças são o mais importante, é nosso intuito muni-las com as ferramentas necessárias à sua formação como futuros adultos.
Oferecemos, desta forma, acompanhamento competente no que respeita ao estudo, bem como um leque de actividades extracurriculares variadas, fazendo com que aprender também seja divertido!


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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Outono, por Carolina Moreira


«O outono começa dia 23 de setembro.
No outono, as pessoas começam a ficar com frio e preferem ficar em casa do que sair à rua.
As árvores começam a mudar de aspeto: as folhas vão começar a mudar de cor, os ramos começam a ficar despidos.
As pessoas começam a vestir roupas mais quentes.
Começam-se a vender os primeiros gorros, as luvas e os cachecóis.
Sabe bem chegar a casa e beber uma caneca de leite ou chocolate a fumegar, calçar as pantufas e ficar perto da lareira, a ver as chamas e a madeira a estalar.
Nas aldeias, vê-se o fumo a sair das chaminés. Quando chegam a casa, os meninos encontram mesas enfeitadas com doces de todas as cores, biscoitos deliciosos e canecas a transbordar de chocolate quente.
As avós estão sentadas na poltrona a fazer os seus gorros de lã coloridos.
Eu gosto do outono.»

Carolina Varelas Moreira - 4º Ano

O Outono, por Inês Queirós

 
Imagem de: fotosdahora.com.br
«O outono é uma época muito triste porque as folhas das árvores caem e mudam de cor: amarelo, vermelho, castanho e verde muito escuro. As pessoas andam com roupas quentes, por exemplo: gorros, casacos quentes, botas e calças quentes. No outono, alguns animais partem para as zonas quentes e outros hibernam, por exemplo, os ursos.
No outono realiza-se a festa do Magusto, que é no dia 11 de novembro, mas não há só esta, também há as vindimas. Nas vindimas, colhe-se as uvas maduras e despeja-se para uma dorna muito grande e depois esmaga-se para fazer o vinho. Também começam a vir as castanhas, um fruto que há no outono.
Ah! Já me esquecia! Temos de andar sempre com um guarda chuva porque no outono chove muito, até dizer chega, e também há trovoada muito barulhenta.
No outono começam as aulas. Todos os dias, os alunos saem de casa de manhãzinha para ir para a escola.
E é assim o outono.»

Inês Queirós - 5º ano

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Um dia sem números

Certo dia, acordei e os números tinham desaparecido!
Que coisa estranha tinha acontecido: as letras tinham ocupado o lugar dos números e passeavam-se por todos os cantos! Parecia que estava no centro de uma sopa de letras...
Os relógios não mostravam as horas, os calendários estavam em branco, as réguas não mediam os centímetros...
Senti-me desorientado e a ferver. Peguei no termómetro para medir a febre, mas o resultado foi: excesso de imaginação.
Os meus braços e pernas começaram a tremer. Quis fazer contas à vida, mas apenas um bando de letras me aparecia pela frente...
De repente, um balde de água fria inundou-me o espírito: no fundo de um livro aberto, estava uma coisa estranha: uma pequena equação.
Afinal, letras e números tinham-se juntado para me acordar deste terrível pesadelo.
Abri os olhos e, de um salto, fui fazer os problemas de Matemática.

Tiago Mendes - 9º Ano

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Natal Solidário

Numa linda noite de Inverno, dias antes do Natal, havia uma família tradicional que tinha uma casa no meio do bosque.
Todas as noites, depois do jantar, eles iam para junto da lareira contar histórias de avô para neto.
Um dia, o Francisco, neto do Sr. Oliveira, disse:
- Avô, porque é que há tantos meninos pobres e sem família a dormir na rua? Sem Natal? Sem prendas?
O avô explicou-lhe que nem todos os meninos tinham a sorte dele: ter uma família, dinheiro para comprar prendas e comida e também ter casa para viver.
O Francisco ficou tão comovido que disse ao avô que naquele ano não queria receber prendas, mas sim encaminhá-las para uma instituição e dar toda a roupa e brinquedos que não fossesm úteis e não lhe servissem aos meninos necessitados.
Todos os anos ele fazia a mesma coisa... Cresceu e tornou-se um homem adulto... Para a sua vida futura, ele queria viajar pelos países e ajudar as pessoas. A família Oliveira tornou-se solidária e deu o seu contributo.
As histórias que o avô lhe contou serviram como lição de vida.

Bom Natal e Bom Ano Novo 2011!
Tânia Fonseca 8º F

O sonho do menino

Imagem de: ondajovem-salesianosdelisboa.blogspot.com
Era uma vez um menino chamado Miguel, que tinha o sonho de conhecer o Pai Natal.
Ele, a sua mãe e o seu pai fizeram uma viagem ao Pólo Norte.
Quando chegaram, perguntaram pela Fábrica do Pai Natal. Lá, só havia duendes a trabalhar nos presentes para os meninos.
Perguntaram pelo Pai Natal e um dos pequenos duendes indicou-lhes onde ficava o escritório.
O menino chegou lá e exclamou:
- Quem me dera ser duende por um dia, para ajudar a juntar os presentes para os meninos mais necessitados.
- Meu querido Miguel, eu dou-te o que tu queres: podes ser duende por um dia. - disse o Pai Natal.
- Mas... mas... como é que sabes quem sou? - interrogou Miguel.
- Eu sei tudo, Miguel. Mas agora veste esta roupa e mãos à obra! - exclamou o Pai Natal.
O menino lá foi. Esteve lá durante todo o dia.
No final do dia, foi ter com o Pai Natal e disse-lhe:
- Obrigado por tudo, Pai Natal.
- Meu querido, não tens de agradecer - respondeu o Pai Natal muito contente. Isto, porque conseguiu concretizar o sonho do pequeno menino.
E lá foi o menino para casa, muito, muito feliz.

Feliz Natal!
Tânia Alves e Henrique Azeredo, 8º Ano

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Um conto de Natal

Era uma vez um menino que estava em casa a ver TV, o seu canal favorito.
Quando já era noite, o menino foi dormir e os pais foram para a cama.
À meia-noite estavam todos a dormir. No céu, estava o Pai Natal no trenó com as renas. Eles desceram devagarinho por cima do telhado e o Pai Natal desceu pela chaminé em silêncio. Depois, pôs as prendas à beira da Árvore de Natal e foi embora para outro sítio.
No dia seguinte, o pai e a mãe do menino foram à sala e viram prendas. Acordaram o menino e disseram:
- Anda ver o que está na sala!
O menino foi espreitar e viu as prendas. Ele abriu-as e, ao ver a sua prenda, até caiu ao chão! Tinha recebido um carro telecomandado!
O pai abriu a sua prenda e eram pratos novos. A mãe abriu a prenda rapidinho e eram facas e garfos novos.
E ficaram felizes para sempre e foram outra vez ver TV.

Feliz Natal!
Gualter Freitas 5º C

Poesia de Natal

Com os amigos ou família,
O Natal eu vou passar.
Prendas vou receber
e com alegria vou festejar.


Do Natal ao Ano Novo,
Vai ser festa a valer.
Com amigos vou festejar
Até a contagem rebentar.


No trenó a voar
O Pai Natal vai passar,
As prendas vai deixar
E as famílias vão festejar.


Na noite de Natal,
Bacalhau vou comer,
E muitas prendas
Vou receber.

Feliz Natal!
Jorge Daniel nº9 - 8º D

Um conto de Natal


Imagem de: catalogagem.blogspot.com
 Era uma vez, numa certa noite de Natal, um duende que era ajudante do Pai Natal. Este foi visitar um menino para ver se tinha sido bem comportado este ano. O duende, como não era egoísta e era muito bom, disse ao Pai Natal que ele era bonzinho. Mas o Pai Natal, como não se acreditou nele, foi verificar se era verdade.
Foi então que descobriu que aquilo não era verdade. E mandou chamar o duende.
Como o Pai Natal sabia que ele era bom e não era egoísta, disse que não o castigava, mas que nunca mais devia mentir.
Deste modo, o menino ficou sem presentes nesse Natal.

Feliz Natal!
Tiago Mendes 9º B

Os sonhos

Imagem retirada de: blog.cefak.org.br
Ah! Os sonhos... que bonitos, alguns! Outros são  maus...
Mas o pior é que os sonhos maus são normalmente aqueles que se concretizam.
Espero que as pessoas percebam que aquelas que não têm nada, se lhes dessem alguma coisa, ficariam agradecidas por terem coisas que os pais não lhes podem dar. Tenham coração, sejam solidários, salvem vidas para que elas tenham esperança e um Feliz Natal.

Feliz Natal!
Miguel Oliveira 7º Ano

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O Natal de Guilherme

Imagem de: shutterstock.com
Era uma vez um menino chamado Guilherme que sonhava conhecer o Pai Natal.
Ele estava sempre a dizer à mãe que o Pai Natal, um dia, havia de ir ter com ele.
Era dia 24 de Dezembro... o Guilherme estava ansioso por ver o Pai Natal a descer pela sua chaminé e também para abrir os presentes.
A mãe disse-lhe:
- Guilherme, vai para a cama se queres que o Pai Natal venha ter contigo. Caso contrário, ele não descerá pela chaminé!
Guilherme foi deitar-se, mas dava voltas e voltas na cama pois não conseguia dormir.
Eram quatro e meia da madrugada quando Guilherme ouviu um barulho e acordou. Levantou-se e foi ver o que se passava. Chegou à sala e viu o Pai Natal, com os seus presentes na mão, e disse:
- Pai Natal, eu sabia que te ia encontrar!
- Ho! Ho! Ho! Sabias que todos os meninos e meninas da tua idade sonham, um dia, ver-me e dar-me um abraço?
- Pois, eu disse à minha mãe, mas ela está sempre a dizer-me que nunca ia poder estar com o Pai Natal.
- Não digas a ninguém que estiveste comigo!
- Está bem, Pai Natal! - disse o menino, fascinado com o velhote de barbas brancas.
O Pai Natal foi-se embora e o Guilherme foi-se deitar na sua cama.
No dia 25 de Dezembro, abriram as prendas e o Guilherme nunca contou a ninguém que tinha estado com o Pai Natal. Esse tinha sido o seu presente mais precioso...
E foi assim que o Guilherme passou a ter mais um amigo.
Pois o Pai Natal também é símbolo de amizade entre todos.

Feliz Natal!

Rafaela Salgado nº 17 - 8º D

O Natal de Margarida

Imagem de: ultradownloads.bol.uol.com.br
Numa tarde com muita neve, Margarida foi buscar, ao centro da cidade, um pinheirinho para enfeitar a sua casa, pois estava a aproximar-se o Natal. Margarida, quando chegou à loja, disse que precisava de um pinheirinho de Natal e o dono da loja disse que tinha vendido o último que lá havia. Margarida, muito chateada, foi para casa e pensou:
- Já que não tenho pinheirinho de Natal, vou à floresta retirar um verdadeiro.
Foi à garagem, pegou num serrote, dirigiu-se à floresta e quando ia começar a cortar começou a pensar:
- Se eu retirar esta árvore, vou matar uma forma de vida, por isso, se a árvore de Natal não pode vir até mim, vou eu até à árvore! mas como é que eu faço isso?
Pensou, pensou, pensou, até que teve a ideia de montar uma casa ao pé da árvore e fazer lá uma festa de Natal. Organizou tudo e, quando reparou, tinha lá ao pé da árvore uns esquilinhos chamados Tico e Teco, um coelho chamado Mali, duas formiguinhas chamadas Anne e Ana e muitos outros animaizinhos. Quando estava a decorrer a festa, a Margarida pensou:
- Ainda bem que não cortei esta árvore daqui, pois iria roubar a casa a muitos animais e iria contribuir para a desflorestação do Mundo...
Margarida, no final da festa, dedicou-a a todos os animaizinhos e pinheirinhos que tiveram a mesma sorte que aqueles.
A lição desta história é fácil de perceber. Espero que vocês com esta história tenham percebido o significado dos animais e das árvores que, tal como nós, precisam de casa, de oxigénio e de vida.
O Natal é paz entre todos!

Feliz Natal!
Inês Ribeiro 7º D

O Natal da Maria

Imagem de: presentesnatal.com
Num belo dia de manhã, Maria levantou-se muito feliz, pois era véspera de Natal.
Maria pensou em todas as prendas que iria receber e depois, lembrou-se das crianças que não iriam receber prendas nenhumas e que para elas o Natal era um dia normal. Algumas nem sequer iriam comer nada.
Quando a sua mãe a chamou para ir tomar o pequeno-almoço, esqueceu-se do assunto.
Maria ia para casa da sua avó, onde tudo era fantástico: a mesa, as prendas, até a lareira com cada toro de madeira a arder, muito lentamente.
Ao vestir a roupa nova, voltou-se a lembrar que havia pessoas que nem sequer umas meias tinham. Pegou no seu telemóvel, nas prendas que iria oferecer aos primos e foi imediatamente para o carro.
No carro, durante a viagem, relembrou tudo o que tinha pensado e que o mais importante era ter saúde, haver amizade e amor entre a família. E, principalmente, ter uma família.
Quando chegou a casa da avó, viu a grande Árvore de Natal, a mesa com o peru e as castanhas.
No início do ano, decidiu ser generosa e partilhar tudo o que tinha, uma vez que tinha muito mais que outras crianças que nem sequer uma côdea de pão tinham.

Feliz Natal!
Sílvia Oliveira 7º D

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Uma História de Natal

Era uma vez uma menina que se chamava Maria. Para ela, o Natal não significava nada.
No dia 15 de Dezembro, a mãe dessa menina pediu à Maria e ao Pedro, que era seu irmão, para a ajudarem a fazer o pinheirinho de Natal. A Maria não sabia o que era e continuava a dizer que não gostava do Natal. Porém, a mãe Isaura explicou que no Natal também se recebiam prendas. Aí, a Maria disse logo que adorava o Natal e quis montar o pinheiro.
Mas o seu irmão, o Pedro, dizia-lhe sempre que o Natal não era só prendas. Contudo, a Maria não ligava a nada do que o Pedro dizia...
Na noite de Natal, a Maria chegou a casa dos avós e sentou-se para tentar abrir os presentes. A avó não deixou e disse que só se podia abrir os presentes à meia-noite.
Foram todos jantar e a Maria continuava sempre aos pulos, muito ansiosa.
Acabaram de comer e sentaram-se todos a ver a «Casa dos Segredos», a jogar cartas, xadrez, damas e muitos mais jogos natalícios.
A Maria estava tão animada por estar a brincar com a família, que nem olhou mais para o relógio. Finalmente, era meia-noite e a Maria abriu o seu presente: era uma cadelinha à qual a menina lhe pôs o nome de Fani. Aí, ela compreendeu que o Natal não era só prendas, era também estar com a família, e descobriu que adorava o Natal!
Toda a sua família ficou muito feliz por tê-la ouvido dizer aquilo.

Feliz Natal!
Bruna Coelho, 7º B

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Quadras de S. Martinho

Olá a todos! Feliz dia de S. Martinho!
Aqui ficam as quadras que os nossos alunos elaboraram com muito carinho, para este dia de S. Martinho!
Esperamos que gostem!

«Castanhas, castanhas,
Assadinhas com sal!
Quentinhas, crepitam,
Que não te façam mal!

Saltitam, crepitam,
Toma lá e dá cá!
S. Martinho sem vinho
E castanhas, não há!»

Prof. Maria (S. Martinho de Aldoar)

S. Martinho
Cabeça de vinho
Sopas torradas
Para o meu cavalinho.

Tânia Fonseca 8º Ano

No S. Martinho
comemos castanhas
bebemos vinho
e dançamos um bocadinho.

Sérgio Dias 7º Ano

No verão de S. Martinho,
como castanhinhas,
gosto muito do verão de S. Martinho
com as minhas coleguinhas.

Diogo Máximo 8º Ano

Neste dia de Outono
o sol espreita, a brilhar.
Assam-se castanhas quentinhas
que são boas bem salgadinhas.

Tatiana Pereira 3º Ano

No dia de S. Martinho
Bebemos o bom vinho,
Comemos muitas castanhas
E também o caldo verdinho.

Carolina Moreira 3º Ano

Castanhas quentinhas estão a chegar,
É dia de S. Martinho!
No Caneta & Papel vamos todos comer e festejar
Aqui no espaço quentinho!

No dia de S. Martinho
É dia de grande animação.
Vamos beber um copinho
E comer castanhas assadas com boa disposição!

Liliana Magalhães

:)

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